terça, 20 de abril de 2021
CENÁRIO

Bonito mantém fluxo turístico em 201 mil visitantes

22 JAN 2019 - 17h48Por SÍLVIO ANDRADE

O número de turistas visitando Bonito, um dos principais destinos de ecoturismo do Brasil, se manteve em 2018 em relação ao ano anterior, conforme levantamento divulgado pelo Observatório do Turismo e Eventos (OTEB) do município – centro de pesquisa coordenado perlo Bonito Convention e Visitors Bureau.

Em 2018, 201.214 pessoas estiveram em Bonito, com permanência média de quatro dias e um gasto per capita de R$ 400,00, proporcionando 631.389 visitações nos mais diversos passeios. Foi um ano difícil: o saldo positivo de empregos formais foi de apenas 50 vagas, com reflexos negativos em cinco meses.

A sustentação do fluxo turístico em um ano de retração econômica e outros imprevistos, como a greve dos caminhoneiros, segundo o secretário municipal de Turismo, Indústria e Comércio, Augusto Mariano, se deve ao trabalho da prefeitura e do trade na captação de eventos e divulgação do destino.

Balneários: maior frequência

No ano passado, a visitação em Bonito teve altos e baixos, com maior movimentação nos meses de férias (janeiro e julho) e uma sustentação entre os meses de setembro a dezembro. Nos últimos anos, 2016 foi o melhor, com 212.817 visitantes. Em 2017, caiu para 201.219.

A taxa de ocupação da rede hoteleira em 2018 foi a pior dos últimos quatro anos: 47% contra 53% em 2016. Em janeiro do ano passado, o número de visitações ultrapassou os 105 mil, mas ainda aquém dos anos anteriores: 120 mil, em 2015, e 212 mil em 2016 e 2017.

Os atrativos mais procurados foram os balneários, com mais de 172 visitações durante os doze meses, seguido dos locais de flutuações (138 mil) e as grutas (128 mil). O valor médio do ticket dos passeios no ano oscilou entre R$ 112,72 (dezembro) e R$ 137,78 (julho).

Segundo o relatório, entre os brasileiros quem mais visitou a Gruta do Lago Azul foram turistas de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, representando 61,10% do total. Entre estrangeiros, os paraguaios lideram com 1,38%, vindo na sequencia alemães (0,80%), franceses (0,69%) e argentinos (0,66%).

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