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EXCELÊNCIA

Campo Grande cumpre padrões em perdas de água potável

12 SET 2023 - 16h05 Por REDAÇÃO

Campo Grande está entre as oito cidades brasileira que cumprem os padrões de excelência dos índices de perdas de água potável, segundo estudo divulgado pelo Instituto Trata Brasil. A Capital aparece na terceira posição, atrás apenas de Aparecida de Goiânia e Goiânia, em Goiás, com índices de 19,74% em perdas na distribuição (IN049) e de 166,89 em perdas volumétricas (IN051).

Fundamental para a vida, a água potável é um recurso que nem todos os cidadãos brasileiros têm acesso. No país, ainda existem 33 milhões de habitantes que sofrem com a ausência do recurso hídrico. Para além desse cenário, o Brasil apresenta uma grande ineficiência no controle de perdas de água tratada, em que mais de 40% da água é desperdiçada antes de chegar nas residências do país, aponta o estudo de Perdas de Água 2023 (SNIS 2021)
 
Apesar dos números nacionais serem preocupantes, existem cidades que têm como prioridade o controle das perdas de água e são exemplos positivos para outros municípios do país. O estudo lançado pelo Trata Brasil mostra que oito dos 100 maiores municípios do país já se encontram nos padrões de excelência estabelecidos como meta para 2034 pela portaria 490/2021 do MDR, ou seja, 25% em perdas na distribuição (IN049) e de 216 L/ligação/dia em perdas volumétricas (IN051).

Exemplos de gestão
 
Entre os municípios nos padrões de excelência, três são da região Centro-Oeste e cinco do Sudeste, sendo esses: Aparecida de Goiânia (GO), Goiânia (GO), Campo Grande (MS), Petrópolis (RJ), Campinas (SP), Limeira (SP), São José do Rio Preto (SP) e Taboão da Serra (SP).

Para classificar os exemplos positivos, o relatório faz uma avaliação conjunta dos indicadores de perdas na distribuição e de perdas volumétricas, o que permite um diagnóstico mais preciso da situação das perdas na região analisada.
 
Casos como esses devem ser exemplos na busca de fomentar políticas públicas, projetos e inovações, visando a implantação de programas estruturados de redução de perdas de água. A universalização do saneamento básico está diretamente atrelada aos esforços para eficiência no controle de perdas de água, ou seja, o combate às perdas será imprescindível para o acesso pleno do recurso a todos os brasileiros.

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