Durante fiscalização no lago da Usina Sérgio Motta, no Rio Paraná, em uma área fiscalizada de 60 km, policiais militares ambientais do Grupamento da PMA de Anaurilândia abordaram 11 embarcações com pescadores profissionais e amadores que pescavam dentro das normas.
Porém, durante os trabalhos de monitoramento daquele trecho de influência ao Rio Paraná, na divisa de Mato Grosso do Sul com São Paulo, foram retirados das águas diversos petrechos ilegais à pesca que estavam armados. Mais de 80% do lago fica do lado sul-mato-grossense.
Eram quatro lances de redes de pesca emendadas, medindo ao todo aproximadamente 4.000 metros, 300 metros de cordas de espinheis, com aproximadamente 150 anzóis pendurados nelas, e 40 anzóis de galho (petrechos proibidos) armados no rio. O material foi apreendido, porém os infratores não foram identificados.
“Uma das preocupações da Polícia Militar Ambiental relativamente à pesca predatória é o uso desses tipos de petrechos com grande poder de depredação de cardumes como as redes de pesca, especialmente nas proximidades das comportas da usina, onde a pesca é proibida em até 1.500 metros de distância, tendo em vista que o local é área de concentração de cardumes”, informa o comando da PMA.
“Dessa forma, a PMA continuará com a fiscalização nos rios para evitar a pesca predatória, evitando que as pessoas armem os petrechos, ou pelo menos, fazendo a retirada sem que tenham prejudicado os cardumes”, acrescenta a corporação em nota à imprensa.
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