Toda criança merece a oportunidade de aprender. Pelo menos, deveria. Ajudar as crianças a se prepararem para o futuro, é uma das pautas mais importantes da atualidade, afinal, elas fazem parte dele. O especialista em ESG Rafael Zarvos respira esse universo e coloca em prática, dentro de casa, os bons costumes voltados à sustentabilidade.
Desde o nascimento de sua filha, Gigi, hoje com quase 4 nos, o carioca tratou de introduzir no dia a dia da pequena, a importância do cuidado com o meio ambiente. Mas, ele nunca limitou o conhecimento pela pouca idade dela. Enquanto grandes empresas quebram a cabeça para contribuírem para a saúde do meio ambiente, a pequena Gigi já está colaborando diretamente para a redução de carbono, através de métodos simples e eficazes, que a longo prazo fará uma diferença significativa.
''Explicar o aquecimento global para as crianças é simples e possível. Os pais, educadores ou adultos responsáveis não vão explicar o que é para as crianças, mas introduzir no dia a dia delas, hábitos que ajudarão a reduzir a pegada de carbono. E, muitas vezes, os próprios pais nem sabem muito a respeito, mas é uma boa oportunidade de se inteirar mais sobre o assunto, e também contribuir'', conta Rafael Zarvos.
Planejar e implementar medidas ligadas à sustentabilidade, não precisa ser pauta de um ambiente corporativo. Rafael Zarvos explica como a educação infantil, em casa e em escolas, pode colaborar, e muito, para o futuro de um planeta mais saudável. A primeira infância, período do nascimento até os seis anos de vida, é uma etapa extremamente importante no desenvolvimento cerebral. Repensar hábitos do dia a dia é uma boa forma de dar o primeiro passo.
''Vou dar três dicas fáceis – detalha -, a primeira é: compostagem doméstica. Através dela, é possível reduzir a emissão de CO2, já que os caminhões deixam de levar os resíduos para aterros, além do reaproveitamento dos conteúdos orgânicos. Tem também a redução de gás metano, que também contribui muito para o efeito estufa - a decomposição orgânica nos lixões acaba produzindo esse tipo de gás ruim”.
A segunda dica, segundo ele, também contribui para a saúde das crianças: o hábito de pedalar. “Evitar a utilização de carros, automaticamente está evitando a emissão de dióxido de carbono"
"A terceir - complementa o especialista - a é a separação dos resíduos em casa para reciclagem. Muitos resíduos domésticos podem ser separados e reciclados, e esses hábitos ajudam a diminuir o número de caminhões indo para os aterros e reduz a extração de recursos naturais, geradores de gás carbono. Vale lembrar, qualquer estímulo é válido, pois aquela criança crescerá com valores da coletividade e sustentabilidade''.
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