O prefeito corumbaense, Gabriel Alves de Oliveira, discutiu em reunião com o diretor-presidente da Agência Municipal de Habitação e Regularização Fundiária de Corumbá (AMHARC), engenheiro Madson Ramão, a doação pela prefeitura ao Estado de uma área para a construção do Hospital Regional.
A obra do hospital, um dos compromissos assumidos pelo prefeito durante a campanha eleitoral, foi uma promessa do governador Eduardo Riedel. Corumbá é o único polo do Estado que ainda não conta com uma unidade regional de grande porte, como as em funcionamento em Dourados, Ponta Porã e Três Lagoas.
Também foram tratadas encontro pendências deixadas pela administração anterior, que estão impedindo o início imediato da obra de construção de 181 casas populares em Corumbá, com imprescindível parceria com os governos estadual e federal.
Garantir recursos
Essas pendências, conforme e-mail da Caixa Econômica Federal, caso não forem sanadas, podem causar a suspensão do repasse dos recursos federais e, por consequência, o cancelamento da construção das moradias.
Entre as principais pendências estão o não pagamento da contrapartida, no valor superior a R$ 840 mil, e também a detonação de rochas, que custará aos cofres públicos municipais quase R$ 3 milhões, e cujo processo licitatório não foi aberto.
O serviço de detonação de rochas é necessário para a abertura de vias públicas, implantação de drenagem e rede de água e esgoto, explicou o presidente da agência.
“O município está empenhado em sanar todas as pendências a fim de não prejudicar quem mais precisa: as famílias de baixa renda que esperam há mais de 7 anos por uma moradia”, garantiu o prefeito Gabriel Oliveira.
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