A Boemia Cultural realiza mais uma edição no dia 19 de novembro. A mistura de estilos e vertentes artísticas é marca do evento criado com as mais diversificadas atrações há 22 anos.
O evento será realizado às vésperas do Dia da Consciência Negra, celebrando a diversidade com música, dança, teatro, poesia, artesanato, artes visuais, literatura, cinema, circo e uma atração pra lá de especial: a rapper SoulRa, que vem de Dourados para fazer o palco 'tremer' com sua voz e mensagem.
O Moinho Cultural, localizado na rua Domingos Sahib, Porto Geral, será o palco desta edição. Os portões serão abertos a partir das 20h. O ingresso custa R$ 15 e mais informações podem ser obtidas pelo número (67) 99271-6628, com Andri Rodrigues.
Bianca MachadoComo nasceu
Em 2002, a atriz, diretora e produtora Bianca Machado e o músico Fabio Alexon idealizaram um projeto que promovesse a inclusão social através da arte. Assim, nasceu a primeira edição da Boemia Cultural.
Inicialmente, o projeto visava mostrar os resultados das produções artísticas realizadas na Casa de Cultura Luiz de Albuquerque, mas já na segunda edição mostrou-se necessário que o projeto se voltasse para as produções artísticas.
“A Boemia Cultura é uma vitrine, que vem cumprindo seu papel há 22 anos, proporcionando encontros de circo, poesia, teatro e dança, mas, principalmente, a Boemia conquistou público. É um lugar de encontro, felicidade, harmonia, é um evento que formou produtores, alguns hoje, que moram fora do país; os que estão aqui ajudam na criação de cada edição, levando a cultura para todos”, disse Bianca Machado.
Transformação
À frente de sua época, a Boemia Cultural proporcionou uma intensa troca entre os artistas e foi baseado na premissa que nestes 22 anos lançou e promoveu artistas de Corumbá, Ladário e região, se tornando o evento Pluricultural mais antigo do Mato Grosso do Sul.
Trabalhando como produtora cultural na Boemia Cultural, Andri Rodrigues, disse que o evento a ajudou muito como profissional, já que, desde 2014, quando iniciou sua trajetória dentro da Boemia, passou pelo palco como atriz e, hoje, difunde o papel de produção, ajudando na “criação” de cada edição.
“Comecei na Boemia como atriz, e, naquela época, o evento acontecia a cada três meses. Depois fui criando curiosidade pelo evento e interesse pelo trabalho. Hoje, tenho conhecimento dentro do universo de produção e como ele pode transformar não só a minha vida profissionalmente, mas a vida de diversos artistas que por ali passaram e ainda participarão das edições”, destacou Andri.
Leia Também
AVANÇOS DO SANEAMENTO TRANSFORMAM REALIDADE NA FRONTEIRA DE MS
Sistema de captação de água opera normal após choque de barcaça
PAINEL COM DESENHO EM RELEVO DA ANTIGA AGENCIA DO FINANCIAL ESTÁ SENDO RESTAURADO
Morre Wilson Baruki, 66 anos dedicados à medicina
Alexandre propõe criação do Programa Corumbá Parada Segura