segunda-feira, 26 de outubro de 2026
FLIB 2024

"Foram quatro dias de diversidade de palavras!"

17 JUL 2024 - 08h05 Por ALEX FRAGA

O coordenador da Feira Literária de Bonito (Flib 2024), Carlos Porto, em entrevista ao Blog do Alex Fraga fez um breve resumo do que foram os quatros dias do evento, que chegou em sua oitava edição atraindo um grande público na praça central da cidade. 

O festival que foi realizado no período de 3 a 6 deste mês, com a participação de escritores nacionais e uma gama de sul-mato-grossenses, os quais puderam mostrar seus trabalhos e trocar ideias sobre o mercado da literatura.

"Nós passamos agora pela oitava edição da Feira Literária de Bonito, e sabemos que a construção da feira no momento que se encerra, avaliamos 2024 para construirmos a 2025. Se formos imaginar o cenário que estamos neste ano, com alguns anos de pandemia, mas ainda temos alguns resquícios de algumas coisas que vivemos nesse período tão triste. A construção da feira se dá quando você tem essa interação", comentou Porto. 

Romper fronteiras

Um dos pontos que fez questão de frisar, foi com relação ao tema em 2024 – “Literatura: Fronteiras e Travessias”. "Esse ano nós tivemos a presença dos escritores paraguaios, que nos trouxeram uma experiência do Circuito Cultural Guarani. Além disso, tivemos com escritores brasileiros, com a presença do Jefferson Tenório, falando sobre seu trabalho "O Avesso da Pele"; a Socorro Acioli, com livro que está virando filme”, citou. 

“Uma série de escritores brasileiros e os sul-mato-grossenses, que através do tema "Literatura: Fronteiras e Travessias, fizeram com que as crianças que estiveram na praça, pudessem ter a oportunidade, de ver, ouvir e tirar proveito de todas essas apresentações na Praça Liberdade, em Bonito", completou.

Carlos Porto finalizou dizendo que estava muito satisfeito com mais uma edição da Flib Bonito:

"Foram quatro dias de uma diversidade enorme de palavras, de gestos que fizeram uma compreensão maior de um mundo que vivemos. Travessias todos nós temos para passar. Fronteiras, todos nós vamos ter algum dia, alguma barreira de fronteiras e vamos ter que passar por ela. Que a Literatura possa ser o elo e possa fazer uma reversão de tudo isso. Romper fronteiras, criar laços e fazer com que todos tenhamos uma possibilidade de conviver e viver em harmonia", finalizou.

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