segunda-feira, 26 de outubro de 2026
MEIO AMBIENTE

Capital avança na preservação e ações de sustentabilidade

05 JUN 2024 - 14h52 Por Silvio de Andrade

Em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, a prefeitura de Campo Grande, por meio da secretaria de Meio Ambiente e Gestão Urbana (Semadur), implementará uma série de ações voltadas à preservação e ao desenvolvimento sustentável da Capital. Entre as iniciativas estão o início das obras da Central da Árvore, a efetivação do sistema Arbolink, a sistematização totalmente online do Portal Grande Gerador e a entrega do estudo e revisão do Plano Diretor de Arborização Urbana (PDAU).

O sistema Arbolink é uma plataforma digital responsável pela gestão da arborização urbana, oferecendo suporte técnico, treinamentos, garantia de atualização e manutenção evolutiva. Atualmente em fase de implantação, o sistema representa um importante passo para a melhoria da qualidade dos serviços relacionados ao cuidado com as árvores urbanas, reduzindo a burocracia e agilizando o atendimento às demandas da população.

A prefeita Adriane Lopes participou do evento, destacando a referência que Campo Grande tem se tornado no cenário mundial de preservação.

“A prefeitura trabalha para o presente, pensando também nas futuras gerações. Diante das mudanças climáticas, é necessário preservar nossos recursos naturais e biodiversidade, o que reflete diretamente na qualidade de vida da população”, enfatizou a prefeita, ressaltando o uso da tecnologia aliado à sustentabilidade.


“A prefeitura está promovendo uma gestão voltada ao desenvolvimento sustentável, buscando novas tecnologias para atender o cidadão de forma rápida e eficiente. Hoje, iniciamos a implantação de novos modelos digitais de atendimento, resultando em economia de tempo e custos. Ações que convergem para a preservação ambiental”, acrescentou.

Central das Árvores

Nesta etapa, o Executivo avança na eliminação dos processos físicos. A partir de agora, o cidadão que procurar a Central de Atendimento ao Cidadão para solicitar a avaliação de uma árvore será encaminhado à Semadur, que abrirá um processo digital, proporcionando maior agilidade.  Todo o processo será digital, permitindo respostas por e-mail ao cidadão, resultando em economia de tempo e recursos. Nos últimos três meses, foram avaliadas mais de 1.100 árvores, melhorando a gestão de risco das árvores urbanas de Campo Grande.

A data marca o início das obras que permitirão o funcionamento pleno da Central da Árvore, que contará com viveiro, estufa para produção de mudas, área para recepção de galhos, folhas e troncos de árvores podadas ou removidas, além de estrutura para reaproveitamento de material lenhoso e trituração de folhas e galhos para compostagem.

Kátia Sarturi, secretária de Meio Ambiente e Gestão Urbana

Para a secretária municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana, Kátia Sarturi, a celebração é uma oportunidade para conscientizar a gestão pública e os cidadãos sobre a necessidade de equilíbrio ambiental. “Devemos viver em equilíbrio ambiental, preservando nossa flora, fauna e recursos naturais, inclusive no ambiente urbano. Nós da Semadur trabalhamos continuamente para prestar serviços de qualidade, ágeis e que impactem positivamente a vida da população, assegurando o melhor manejo dos recursos naturais e encontrando o equilíbrio entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental”, disse.

Floresta urbana

Durante o ato, foram entregues os dados do Projeto de Pesquisa “Floresta Urbana de Campo Grande”, um estudo que subsidiará a revisão e monitoramento do Plano Diretor de Arborização Urbana (PDAU). Este projeto foi realizado por meio de convênio com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e a Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura (Fapec).

“Este estudo consiste na atualização e monitoramento do Plano Diretor de Arborização Urbana de 2010, oferecendo um diagnóstico atual e dados inéditos sobre floresta urbana de Campo Grande. Esse convênio visa gerar dados com credibilidade e qualidade para nortear os processos de gestão e manejo da cidade, proporcionando uma melhor qualidade de vida aos moradores”, explicou Camila Aoki, da UFMS.

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