terça-feira, 27 de outubro de 2026
CARNAVAL

Campo Grande inicia o mapeamento da rede de hotéis

31 JAN 2024 - 15h37 Por REDAÇÃO

Técnicos da secretaria municipal de Cultura e Turismo (Sectur) iniciaram, na última segunda-feira (29/1), visitas técnicas aos empreendimentos hoteleiros de Campo Grande. 

A ação objetiva fazer o mapeamento e a atualização dos dados cadastrais dos meios de hospedagem para qualificar os leitos que o município possui, além de apresentar as ações da secretaria, opções de atrativos na cidade e a programação do Carnaval 2024.

Entre as informações levantadas também estão quais os tipos de serviços oferecidos pelos empreendimentos, capacidade dos espaços para realização de eventos e acessibilidade, entre outros dados essenciais que ajudarão nas ações estratégicas da Sectur. A aproximação com os empresários possibilita o conhecimento das necessidades do setor que podem contribuir com o desenvolvimento de novas políticas públicas para fomentar o turismo local.

Ação estratégica

“O trabalho com a hotelaria tem papel fundamental no sistema turístico, uma vez que este segmento viabiliza a permanência dos turistas na localidade, seja a lazer ou a negócios, atendendo às suas necessidades e permitindo a expansão da atividade”, afirmou Wantuyr Tartari, superintendente de Turismo.

Segundo os dados do Observatório de Turismo de Campo Grande, a taxa de ocupação na Capital está em constante evolução, tendo aumentado mais de 25% após o período da pandemia da Covid-19. Ao todo, serão visitados inicialmente 62 empreendimentos cadastrados.
 

Leia Também

Megafone

Essa eleição foi uma derrota do negacionismo, da mentira. Confesso que cada vez que eu ia em um debate eu ficava constrangido; nunca pensei em me deparar com um representante genuíno do milicialismo

Presidente Lula, em seu primeiro discurso pós reeleição

Vídeos

Conheça o verdadeiro caldo de piranha

Mais Vídeos

Opinião

Leonardo Leite de Barros

Ilmo. Sr Presidente Lula

Ahmad Schabib Hany

Tributo ao Doutor Wilson Baruki

ARIOSTO MESQUITA

Quem está "em perigo"? As notícias, o jornalismo ou os jornalistas?