“Campo Grande é a porta de entrada para o Mato Grosso do Sul. A maioria dos turistas que procura nosso estado em busca das nossas belezas naturais, passa pela capital. E há muito a ser explorado aqui. Nos próximos anos vamos otimizar a cadeira produtiva do turismo em Campo Grande, valorizando nossas atrações e dando condições para que o turista possa usufruir de nossa gastronomia, nossos pontos turísticos, nossa hospitalidade”, afirmou Eduardo Riedel (PSDB), candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pela Coligação Trabalhando por um Novo Futuro.
Riedel destacou o potencial turístico da cidade. “Temos o Museu de Arte Contemporânea (Marco), o Parque das Nações Indígenas, o Parque dos Poderes, a Morada do Baís, a Feirona, o Mercadão Municipal, além de corredores gastronômicos que valorizam nossa miscigenação cultural, com opções japonesas, árabes, paraguaias e, é claro, a deliciosa comida local”.
O ex-secretário estadual de Governo e Gestão Estratégica foi o responsável direto pela conclusão de um dos maiores atrativos turísticos de Campo Grande, o Bioparque Pantanal (Aquário do Pantanal). Para ele, o local coloca a capital em exposição internacional, alavancando o turismo em todo o Estado, além do campo da pesquisa cientifica.
Política ambiental
“O Bioparque Pantanal coloca Campo Grande, Mato Grosso do Sul e o Brasil em destaque no mundo, com o maior circuito de aquários de água doce do planeta. Isso não é uma conquista apenas para Campo Grande, mas para todo o Estado, projetando ainda mais o Mato Grosso do Sul no cenário internacional que engloba o ecoturismo, e, também, o turismo de eventos, pois teremos potencial de desenvolver aqui um centro de referências em pesquisas relacionadas ao bioma”, afirmou.
Nos 19 mil m² de área construída, o circuito é o principal atrativo do Bioparque, com 33 tanques, sendo 23 internos e oito externos que abrigam 220 espécies neotropicais, sendo 151 espécies pantaneiras; 55 da Amazônia; 14 africanas e outras da Oceania, Ásia e América Central. O aquário ainda comporta um tanque de abastecimento e outro de descarte de efluentes, o que totaliza mais de 6 milhões de m³ de água.

Outro destaque é a valorização da biodiversidade. “Os turistas saem daqui tendo a certeza que nós fazemos a preservação do nosso meio ambiente. As pessoas de fora vão entender um pouco mais da nossa história”, afirmou Riedel.
O local será a base de muitas pesquisas de ponta, pensando na cadeia, genoma e mapeamento da história dos peixes do bioma. “Vamos mostrar o presente e o futuro do Pantanal. O empreendimento vai colocar Campo Grande no mapa do estudo científico dos peixes no mundo. Os investimentos em editais vão avançar aqui, que será um local de pesquisa internacional”, afirmou o candidato.
Como incentivar?
Para Riedel, o turismo de Campo Grande e de Mato Grosso do Sul tem correlação muito alta com a questão da infraestrutura e toda a questão ambiental. “Quando unificamos as secretarias de Meio Ambiente e de Produção, nosso objetivo era o de mandar um recado claro: de que desenvolvimento se faz com absoluto respeito as questões ambientais”.
Não se pode falar em meio ambiente e turismo sem falar de infraestrutura.
“É o nosso meio-ambiente o que mais atrai turistas ao Estado. E o turismo, para ser alavancado, precisa de estradas e conectividade. Vamos conectar o estado com fibra ótica, prepará-lo para receber o 5G. Investimos e vamos continuar investindo nas estruturas de aeroportos, não apenas na capital, mas em Dourados, Coxim, Bonito. Além disso, somos um dos poucos estados que tem uma agenda para 2030 focada no meio ambiente, no carbono neutro. Somos otimistas em relação ao nosso futuro”, finalizou o candidato.
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