Foi realizado em São Paulo, entre os dias 14 e 17 de novembro, o 3º Congresso Brasileiro de Trilhas, um dos maiores encontros de trilheiros, gestores e especialistas do Brasil, com uma programação extensa voltada para a valorização das trilhas de longo curso e ao desenvolvimento do turismo sustentável.
O Ministério do Turismo, comprometido com a expansão e a qualificação do ecoturismo no país, teve uma participação de destaque com a realização de workshops e debates.
Ao felicitar os participantes na abertura do evento, o ministro do Turismo, Celso Sabino, ressaltou a potencialidade do segmento para o desenvolvimento da atividade turística no país.
“O turismo de trilhas é um segmento fundamental para a preservação do meio ambiente, das nossas comunidades e um vetor importante de educação para as gerações futuras. Sem falar, no enorme potencial de geração de renda e empregos, com o envolvimento de guias locais, pequenos negócios e serviços turísticos”, afirmou.
A Coordenadora-Geral de Produtos e Experiências Turísticas do Ministério do Turismo, Fabiana Oliveira participou do workshop “Como criar e estruturar uma trilha de longo curso”, específico para orientar gestores e empreendedores sobre as melhores práticas para criar trilhas que atendam aos padrões de sustentabilidade e segurança. A fala abordou aspectos técnicos e logísticos, oferecendo uma visão abrangente do que é necessário para transformar uma trilha em um atrativo de qualidade.
Experiências de gestão
Também houve uma oficina de atividades estratégicas com foco na experiência e visão para três agendas-chave que abordaram desde a criação e estruturação de trilhas até sua transformação em produtos turísticos interessantes e sustentáveis.
"A expansão das trilhas de longo curso no Brasil não apenas amplia o acesso das pessoas à natureza, mas também promove um desenvolvimento turístico mais equilibrado e integrador”, afirma Fabiana Oliveira.
A coordenadora participou da mesa de debates “Modelos de Gestão e Governança Nacional da Rede de Trilhas”. O debate trouxe à tona experiências de gestão de trilhas em diferentes regiões do país e discutiu modelos de governança que promoveriam o alinhamento entre o poder público, a sociedade civil e a iniciativa privada.
“É essencial que a gestão das trilhas brasileiras seja colaborativa e que respeite as especificidades de cada localidade, para que o turismo de natureza cresça de forma integrada e responsável”, destaca a coordenadora.
Turismo sustentável
O 3º Congresso Brasileiro de Trilhas, realizado pela Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso com o apoio de órgãos como o Ministério do Turismo, foi uma oportunidade única para fortalecer o turismo de natureza e fomentar práticas que preservam a conservação ambiental e o desenvolvimento econômico.
Com a participação de especialistas e a ampla troca de conhecimento, o evento promoveu contribuições às trilhas brasileiras como verdadeiros pilares de um turismo sustentável e inclusivo.
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