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CAMPANHA

Gol celebra a iniciativa que permite ao cliente compensar carbono

Bonito, um dos destinos mais sustentáveis, integra a pegada neutra da empresa

06 JUN 2022 - 17h32 Por REDAÇÃO

Na Semana do Meio Ambiente, a Gol Linhas Aéreas, maior companhia do País, relembrou o lançamento de sua campanha #MeuVooCompensa há exatamente um ano. Naquele 5 de junho de 2021, a Gol apresentou ao Brasil e ao mundo a iniciativa pioneira de oferecer aos clientes a possibilidade de, voluntariamente, compensarem a pegada carbônica deixada por suas viagens. Desenvolvida com a colaboração da climatech Moss, a iniciativa, então inédita na América Latina, busca o engajamento daqueles que utilizam a aviação comercial no Brasil a olharem de forma empática e cuidadosa para o meio ambiente e o planeta.
 
Os resultados da campanha são promissores, embora haja um longo caminho a trilhar. Em um ano de #MeuVooCompensa, foram compensadas mais de 7 toneladas de CO2 pelos clientes, o equivalente a 36 hectares de florestas preservadas - ou ainda a 12 campos de futebol de natureza nativa em solo brasileiro mantida intacta.
 
Com essa iniciativa, o foco da Gol, cada vez mais empenhada em se tornar uma referência em aviação sustentável no Brasil, é trabalhar a compensação com uma alternativa intermediária muito relevante, enquanto investe no desenvolvimento de projetos de combustíveis alternativos e limpos -- biocombustível, para que no futuro a emissão de carbono seja reduzida.

A compensação de carbono em voos nacionais e internacionais da Gol é realizada por meio do MCO2, primeiro token verde totalmente global lastreado em blockchain. Criado pela Moss, uma das maiores plataformas ambientais de créditos de carbono do mundo, o valor gerado pela transação do token destina-se a neutralizar a emissão de CO2 a partir do apoio a projetos ambientais certificados com atuação na Amazônia.

 
E é muito barato participar do #MeuVooCompensa e preservar o meio ambiente. Apagar a pegada carbônica de uma viagem na ponte aérea Rio-São Paulo, por exemplo, sai hoje a R$ 6,00 (em média), contando a ida e a volta. Para isso, basta o cliente usar a calculadora disponível no site da empresa e da Moss e adquirir o correspondente à sua compensação em MCO2 para neutralizar sua emissão individual de 0,07t de CO2 nos voos Congonhas-Santos Dumont-Congonhas. Feita a transação, o cliente tem a garantia de que o valor pago será imediatamente revertido em benefícios à floresta amazônica, com direito a certificado. Importante ressaltar que é possível compensar trechos já voados, voos atuais e até futuros, no momento que o passageiro quiser.

Rotas Carbono Neutro

O ano de 2021 nos legou outras ações memoráveis. Uma iniciativa inédita da parceria Gol + Moss foi o lançamento das primeiras rotas 100% carbono neutro do Brasil: Recife-Fernando de Noronha-Recife, em setembro do ano passado, e em dezembro, a rota que liga São Paulo/Congonhas a um dos mais novos destinos da empresa, Bonito, paraíso do ecoturismo no Mato Grosso do Sul, que inclusive já nasceu 100% carbono neutro.

Nos casos de Noronha e Bonito - não por acaso destinos sustentáveis - funciona dessa forma: a Gol e a Moss assumem o custo da compensação total de todos os voos, e doam a todos os clientes e à tripulação presentes em ambas as rotas o certificado da compensação individual da pegada carbônica, neutralizando assim as emissões totais nos trechos de ida e volta. Ao adquirirem os bilhetes de congonhas-Bonito-Congonhas ou Recife-Noronha-Recife, os passageiros estão voando carbono neutro e têm o direito de resgatar com a Moss o certificado de créditos de carbono já compensados. Como acréscimo, há um convite para, se for do interesse deles, comprarem o MCO2 para neutralizar os demais trechos que compõem sua viagem.
 
“É muito gratificante saber que as operações da companhia em Bonito e Fernando de Noronha representam uma experiência de viagem com impacto neutro nas mudanças climáticas e nas emissões. Mas só isso não basta. A Gol tem buscado de forma crescente educar os que a escolhem para voar e a sociedade em geral sobre a conscientização do quão positivo e urgente é o envolvimento com a compensação de carbono disponibilizada pela companhia. Se cada um fizer sua parte, o todo vai ficar muito melhor”, afirma Loraine Ricino, diretora de Marketing e ESG da companhia.
 
Luis Felipe Adaime, fundador e CEO da Moss, explica que toda a verba é revertida a projetos ambientais no Brasil. “Desde que criamos a Moss, há dois anos, já destinamos mais de R$ 150 milhões para projetos de conservação da Floresta Amazônica. Nossa parceria com a Gol nos ajuda a alcançar cada vez mais pessoas e a ampliar os projetos ambientais que beneficiamos”, diz.

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