quarta, 17 de abril de 2024
PANTANAL

ANHUMA É REFÚGIO PARA AMANTES DA PESCA E NATUREZA EM ALBUQUERQUE

19 FEV 2024 - 11h48Por SILVIO DE ANDRADE

Planeja uma pescaria no Rio Paraguai com amigos ou família que proporcione mais do que a emoção de fisgar um dourado ou desfrutar do melhor da gastronomia pantaneira? Esse lugar fica no Pantanal de Corumbá, distrito de Albuquerque, e a melhor estrutura para pesca e ecoturismo tem um endereço: Hotel Pesqueiro Anhuma. O empreendimento fica distante do povoado, na beira da Baía dos Periquitos. Sossego, muitos pássaros e um lindo pôr do sol!

Albuquerque é um vilarejo mais antigo do que Corumbá, foi fundado dois anos antes (1776) para ser um forte, que não vingou por erro de estratégia dos prospectores da província. Tornou-se um polo de pesca esportiva e atrai milhares de turistas do Estado e do país todo ano. Agora, o acesso foi facilitado com o asfaltamento de 6,4 km da estrada (MS-432), a partir da BR-262. O destino fica distante 16 km da ponte sobre o Rio Paraguai e a 70 km de Corumbá.

Experiência no Anhuma: fauna e flora pantaneira proporcionam um safari fluvial inesquecível pelos rios e baías

Pesque e solte

O Anhuma opera há mais de 25 anos e este ano ampliou suas instalações para oferecer maior comodidade, segurança e conforto, visando atender a uma nova clientela pós-pandemia: as famílias, em busca de contato com a natureza, ambiente ao ar livre, cheiro do mato e novas experiências em comum. O lugar é famoso pela piscosidade da baía e do rio, que fica próximo, mas a paisagem é fascinante e os passeios de barco revelam a rica fauna e flora.

Apoiando as iniciativas do trade turístico de Corumbá e a política do setor pesqueiro de Mato Grosso do Sul, o pesqueiro aderiu à pesca esportiva sem captura e transporte, com o lema estampado em sua rede social: “pesque, fotografe e solte”. A prática sustentável da pesca vem ganhando força no principal destino de pesca do Estado, que foi pioneiro ao proibir a captura do dourado, cuja espécie voltou a repovoar os rios, e o Anhuma é um exemplo de preservação.

Interior do pesqueiro: ambiente rústico, valorizando a madeira, e proporcionando conforto e muito sossego

“Somos um refúgio para amantes da natureza e pescadores esportivos”, afirma o proprietário, Átilla Rodrigues Lellis. “Cada estação traz sua própria beleza, mas a verdadeira maravilha está na diversidade ao longo do ano. Na época de seca, a observação da vida selvagem é excepcional, enquanto na cheia, a pesca esportiva atinge seu auge”, completa, adiantando que os pacotes de contemplação da natureza incluem os passeios fluviais e o safari pantaneiro.

Boa pesca e um pôr do sol mais lindo do Pantanal

Ambiente renovado

Átilla explica que o pesqueiro, construído de madeira em palafitas para contenção da forte cheia, sofreu algumas intervenções para mudança de conceitos, deixando de ser um espaço apenas para os pescadores. “Estamos transformando nossa casa para tornar a estadia dos nossos hóspedes ainda mais Incrível. Estamos nos dedicando a cada detalhe para aprimorar a experiência de quem nos visita, preparando um ambiente renovado e acolhedor”, cita.

Lugar de peixe grande e muita emoção na fisgada

O restaurante foi ampliado, bem como os espaços de descanso pegando a brisa que vem da baía, e está em projeto a construção de uma piscina. O pesqueiro tem 10 apartamentos e capacidade para 42 pessoas, com ar condicionado e energia solar. A estrutura fica distante 3 km do centro do distrito, onde situa-se a segunda unidade, um hotel com 30 leitos, que hoje opera como base operacional, contando com fabrica de gelo e pequeno posto de combustível. 

Quatro experiências

Com desconto de até 20% nos pacotes para o mês de março, o Anhuma tem os melhores guias de pesca e de observação da natureza, e oferece quatro experiências únicas (pesca, passeio de barco, safari pantaneiro e a comida pantaneira, com direito a isca de jacaré e sashimi de piranha. A pesca inclui todos os serviços, além do guia: barco a motor de 40 e 50 HP, gasolina, isca e bebidas. “O valor dos pacotes depende do número de pessoas”, explica Átilla Lellis.

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