INFORMAÇÃO

Alexandre questiona suspensão de cirurgias odontológicas para crianças

15 SET 2026 • Por REDAÇÃO • 11h12

O vereador Alexandre Vasconcellos cobrou informações por parte da secretaria municipal de Saúde sobre a suspensão de cirurgias odontológicas com anestesia geral, destinadas a crianças com necessidades especiais em Corumbá.

Foi por meio de um requerimento direcionado à secretária de Saúde Tatiana da Silva Santos Mattos. No documento ele busca saber quais foram os motivos que levaram à suspensão do procedimento; se existe previsão para a retomada, e quantas crianças estão, hoje, aguardando na fila de espera.

“Precisamos obter esclarecimentos sobre a suspensão dessas cirurgias odontológicas, considerando os altos impactos causados aos pacientes que aguardam a continuidade do atendimento. A interrupção desse serviço pode ocasionar o agravamento de problemas de saúde bucal, dores, infecções e outros prejuízos à qualidade de vida das crianças e de suas famílias”, afirmou, citando que a situação chegou ao seu conhecimento por meio de duas mães de crianças que tiveram o tratamento interrompido.

Transporte escolar

Alexandre Vasconcellos busca esclarecimentos sobre a situação enfrentada pelos estudantes da comunidade ribeirinha do Alto Pantanal, que estariam desde o início do ano letivo sem o transporte escolar adequado, obrigando pais, familiares e até colegas a utilizarem embarcações próprias para garantir o deslocamento dos alunos até a escola.

A cobrança foi feita por meio de um requerimento apresentado na Câmara e direcionado à secretária de Educação, Elizama Medina de Ávila. No documento o parlamentar pelo informações em relação a essa questão; se está ocorrendo regularmente, e caso o serviço esteja suspenso, qual a previsão para a sua regularização, e qual o número de alunos da comunidade ribeirinha que dependem atualmente desse transporte para frequentar as unidades escolares.

“O transporte escolar é fundamental para assegurar o acesso e a permanência dos estudantes na escola, especialmente em regiões ribeirinhas, onde as condições geográficas tornam o deslocamento por via terrestre inviável ou inexistente. Dessa forma, é necessário que o Poder Público esclareça a situação e apresente as providências adotadas para garantir que os alunos tenham seu direito à educação assegurado, evitando prejuízos à frequência e ao processo de aprendizagem”, enfatizou.