CIDADE

Exposição com fotos históricas abre celebração dos 248 anos

15 SET 2026 • Por REDAÇÃO • 10h43

Uma exposição fotográfica no Paço Municipal marca o início das comemorações pelos 248 anos de Corumbá, com mais de 40 imagens que registram diferentes momentos da história da cidade. 

Com o tema “Memórias que o tempo não apaga: cada fotografia guarda um pedacinho da nossa história”, a mostra foi aberta nesta terça-feira, 15, e poderá ser visitada até o dia 30 de setembro, das 8h às 16h.

A iniciativa integra a programação alusiva ao aniversário de 248 anos de Corumbá e busca valorizar a preservação da memória e do patrimônio histórico e cultural do município.

Organizada pela Escola de Governo (Egov), a exposição reúne fotografias que retratam lugares, personagens, acontecimentos e transformações de Corumbá ao longo do tempo. O acervo está distribuído entre a entrada do Paço Municipal e o segundo andar do prédio.

A proposta é aproximar a população de aspectos do patrimônio histórico e cultural do município por meio de registros fotográficos. As imagens permitem acompanhar mudanças na cidade e recuperar acontecimentos que permanecem associados à memória dos moradores.

Ciclos e fatos

A mostra conta com a colaboração da Fundação de Desenvolvimento Urbano e Patrimônio Histórico (Fuphan) e da Fundação da Cultura, responsáveis pela disponibilização das fotografias utilizadas na exposição.

Segundo a organização, o acervo permite observar diferentes períodos da trajetória de Corumbá e acontecimentos que marcaram a formação do município e de sua população. Entre os episódios lembrados estão a Guerra do Paraguai e a retomada de Corumbá, epidemias como a do cólera e, mais recentemente, a pandemia de covid-19.

Também integram essa trajetória mudanças na infraestrutura e na organização política da região, como a substituição da travessia por balsa pela ponte sobre o Rio Paraguai, na BR-262, e a criação de Mato Grosso do Sul, após a divisão do antigo Mato Grosso, em 1977.

Para a Escola de Governo, a exposição também representa “uma oportunidade de refletir sobre as transformações ocorridas no município e sobre os avanços alcançados ao longo de seus 248 anos”.

“Não fazemos nada sozinhos. Sem a parceria da Fuphan e da Fundação da Cultura, a Egov não conseguiria reunir esse importante e valioso acervo da história da nossa cidade”, afirmou a organização.