A guerra do fogo no Pantanal
8 OUT 2025 • Por ARMANDO ARRUDA LACERDA • 18h43O maior inimigo do Pantanal são os Parques e reservas expulsando a Pastorícia do gado.
Transpantaneira e Porto Joffre viraram um bordel de animais.
Gigolôs da bestialidade, pretendendo impor a arrogância da monetização forçada a todo o Pantanal.
Não a exploração de animais em zoológico aberto, mas, possivelmente, com grades químicas de controle temporário de instintos e comportamento naturais.
Toda adoração de animais visa, na história da humanidade, a adquirir poder de impor escravização e sacrifícios de humanos...
No paraíso dos pantaneiros a onça virou a serpente do mal que recriou o bestialismo que transformará o Pantanal num inferno moderno.
Cuidado com os amigos da onça que se disfarçam de ovelhas para andar entre vós - "pelos frutos os conhecereis".
Quais os frutos do onçismo?
Perseguição corrupta aos criadores e pastores de animais domésticos, libações e festas pagãs, culto ao predador como a besta do Apocalipse, acúmulo de vegetais mortos originando bilhões de dólares de perdas planetárias por emissões de descontrolados incêndios.
Milhões de dólares investidos por torres e câmeras tipo big brother no Pantanal e que não detiveram em 2024 e não detém hoje incêndios arrasadores em parques e reservas
Quebra da simbiose e da cooperação dos animais domésticos com a flora e fauna naturais,
criação multi secular inédita da cultura tradicional, originada na convivência pantaneira harmônica entre todos os pulsos da vida no Pantanal.
O Pantanal expõe com humildade a necessidade urgente de perícia técnica isenta: verificar aqui e agora, se não se cuida somente de arrombar tudo por dinheiro imediato, esquecendo por maldade da manutenção da sustentabilidade futura.
(*) Pantaneiro do Porto São Pedro, Amolar, Corumbá-MS